Morre aos 89 anos Genival Lacerda vítima da Covid-19

O cantor Genival Lacerda, de 89 anos de idade, morreu por complicações da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus na manhã desta quinta-feira (7). O artista foi internado no dia 30 de novembro de 2020, no Hospital Unimed I, na Ilha do Leite, na área central da capital pernambucana. Com Covid-19, ele foi levado para … Leia Mais


Cantoria,37 anos influenciando a música popular brasileira

Cantoria,37 anos influenciando a música popular brasileira * Carlos Laerte Quatro grandes cantadores e violeiros, três noites memoráveis e um concerto que marcou a história da música brasileira. Nos próximos dias 13, 14 e 15, comemoraremos 37 anos do show ‘Cantoria’, gravado ao vivo em janeiro de 1984 no Teatro Castro Alves, em Salvador – … Leia Mais


Teatro do Oprimido é tema de live promovida pela UNEB em Senhor do Bonfim

O Departamento de Educação (DEDC) do Campus VII da UNEB em parceria com o Colégio Modelo em Juazeiro realiza a última live do projeto Teatros Possíveis com o tema “Teatro do Oprimido- o teatro como prática sócio-política”. A live acontece neste sábado (07), às 14h, com transmissão pelo perfil do Instagram @modelojuaacontece. A discussão aborda … Leia Mais


João Grilo foi inocentado em simulação de Júri Popular em Petrolina


“Não sei, só sei que foi épico”. Foi neste tom que o julgamento de João Grilo – um dos personagens mais famosos da Literatura Nordestina, aconteceu no último sábado (31), através da encenação da equipe do Teatro Popular de Arte e apresentação de argumentações de promotores de justiça e advogados vindos de várias localidades do Brasil.

Os profissionais fizeram uma aula prática rica de informações sobre a área do Direito, com a realização da Sala do Tribunal. O momento foi uma demonstração da pedagogia jurídica através das Metodologias Ativas. A obra literária de Ariano Suassuna, “Auto da Compadecida”, foi transmitida para o público com emoção, manifestando a cultura do sertão, a antropologia e a riqueza da Literatura do país.

Estudantes do curso de Direito e profissionais da área assistiram ao Júri Épico, que este ano ocorreu de forma híbrida, devido à pandemia, pela plataforma Youtube, com mais de 20 mil visualizações. Presencialmente, 250 pessoas prestigiaram (respeitando o protocolo da Vigilância Sanitária) com olhos atentos ao evento na Chácara Maria Leite.

 

João Grilo é absolvido por maioria de votos

 

João Grilo, representado pelo ator Domingos Soares, foi julgado por dois crimes: o do cangaceiro Severino de Aracaju e o comparsa Cabra. Por maioria de votos, os jurados decidiram absolver João Grilo, mas antes do juiz anunciar a sentença, foram mais de 12 horas de julgamento. Com o intuito de combater a criminalidade, muitas acusações foram relatadas pelos promotores com o apoio da testemunha Dora, a mulher do padeiro.

 

A representatividade de João Grilo foi observada em diversas situações pelos advogados de defesa que buscavam zelar pela integridade de seu cliente. Antes de saber o veredicto, João Grilo apela à Nossa Senhora e Jesus. Recebeu ainda o apoio de seu amigo Chicó, além das testemunhas de Rosinha e o Padre. Ao ser inocentado, ele também agradeceu em oração.

 

João Grilo desde o início jurava ser inocente e fez questão de se defender. “Pois é! Estou eu aqui agora submetido a ficar no banco de réus para ser julgado por um crime que nem cometi. Vivo uma vida com tantas dificuldades e sofrimento. Vão alegar minha inocência. Tenho certeza disso. Foi tudo legítima defesa. Vou ser libertado, porque seria uma injustiça muito grande prender João Grilo. Eu salvei minha vida e livrei a cidade de Taperoá de ser toda assassinada por um bandido e cangaceiro, Severino do Aracaju, e ajudei também meu amigo Chicó”, justificou antes de seu julgamento.

 

Projeto acadêmico

O projeto é coordenado pelos professores e advogados Diego Giesta e Anderson Araújo, responsáveis por idealizar e dar forma ao Júri Épico. “Falar do Júri Épico é falar em algo que nos encanta, um projeto interdisciplinar, que passa pelo Direito, arte e cultura. Um projeto que reúne grandes nomes do cenário jurídico nacional para celebrar a busca da justiça e as Metodologias Ativas. Foi um momento épico. Marca a história do povo do sertão. Como professor da UniFTC só tenho a agradecer pelo resultado e até 2021”, ressaltou.

O júri contou com a presença do gerente dos cursos de Direito da Rede UniFTC, Edson Medeiros. “É um prazer estar aqui com a UniFTC colaborando para concretização deste evento que é uma demonstração do Direito vivo, além de valorizar as raízes da história brasileira e da Literatura. É isso que a Rede UniFTC tem feito ao longo do tempo”, mencionou.

Para o diretor da UniFTC de Petrolina, Andrei Mello, o momento foi de muito conhecimento e alegria. “Estamos muito felizes com o impacto da segunda edição do evento. Vamos sempre apoiar nossos alunos e ações deste porte, que promovem mais educação e aprendizado. Agradeço de coração a participação de todos neste projeto cultural muito importante”, falou o gestor.

A ação acadêmica reuniu grandes nomes do cenário jurídico do país, como o juiz Elder Muniz, os promotores de justiça do MPPE: André Rabelo, Antonio Arroxelas,  Angela Cruz, Eliane Gaia e Cíntia Granja e os advogados criminalistas Marcílio Rubens, Zanoni Júnior, Fabiano Lopes, bem como, Maria Carvalho, que é membro da comissão de Direito Penal em Pernambuco.

O Júri Épico é um evento acadêmico promovido desde o ano passado na região do Vale do São Francisco pelos alunos do curso de Direito da UniFTC e de outra instituição de ensino superior, em parceria com Ordem dos Advogados do Brasil – OAB e Ministério Público de Pernambuco – MPPE. Em 31 de outubro de 2019, a Rede UniFTC movimentou a história com o Júri Popular de Lampião, o Rei do Cangaço.

 

Vem aí: Júri Épico 2021 com a simulação do julgamento de Frei Caneca

Ano que vem quem vai a Júri Popular é o religioso e revolucionário brasileiro, Frei Caneca (Joaquim do amor Divino Rabelo Caneca), que também foi líder da Confederação do Equador.

Frei Caneca defendia a igualdade entre os homens e apoiou movimentos pela independência do Brasil, por essa razão, foi preso como rebelde e, posteriormente, julgado e condenado à forca em 10 de janeiro de 1825. Faleceu no Recife, Pernambuco, no dia 13 de janeiro de 1825.

Vânia Castro
Comunicação e Marketing


Artistas circenses não conseguem receber auxílio emergencial da cultura e passam por dificuldades em Filadélfia


Onde estão os risos? A alegria do palhaço? O equilíbrio dos malabaristas? As diversas cores que nos trazem alegria e descontração? Nesses tempos de pandemia, tudo ficou cinza para os circos Rayy Circus e Circo Fantasia, localizados em Filadélfia, e tantos outros circos espalhados pelo Brasil.

Com o distanciamento social, como medida de prevenção ao novo coronavírus, orientado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), os circos, assim como diversos espaços culturais foram obrigados a parar suas atividades, em prol do bem comum. No entanto, a comunidade circense ficou totalmente desamparada, sem obter remuneração através da sua arte e sem receber nenhum auxílio emergencial.

Em 29 de junho de 2020, foi sancionada a Lei nº 14.017, denominada Lei Aldir Blanc, criada com o intuito de promover ações para garantir uma renda emergencial para trabalhadores da Cultura e manutenção dos espaços culturais brasileiros durante o período de pandemia do Covid‐19. De acordo com a Lei, a União deve repassar para estados, Distrito Federal e municípios R$ 3 bilhões para aplicação em ações emergenciais de apoio ao setor cultural.

Porém, muitos municípios, a exemplo de Filadélfia, não cadastraram o circo como espaço cultural, ficando esses profissionais a mercê da sorte. Na cidade, há dois circos, o Rayy Circus e o Circo Fantasia que estão sem realizar apresentações há mais de 5 meses, ambos com uma família de seis pessoas cada, inclusive com crianças.

A circense do Rayy Circus, Joziane Santos, fala sobre a situação que estão vivendo, “Sem realizar apresentações, estamos vendendo ovos para sobreviver, mas a concorrência está grande, assim vendemos pouco, o que não supri as nossas necessidades básicas, como alimentação. No início, algumas pessoas da comunidade auxiliaram com cestas básicas, mas, com o passar do tempo foram se esquecendo e os circenses continuam no município enfrentando as mais diversas dificuldades. Fizemos o cadastro do auxílio da cultura, mas não fomos contemplados”.

Joziane Santos destaca que quando tentam entrar em contato com o secretário de Educação de Filadélfia, que também responde pela pasta da Cultura, para obter informações sobre o auxílio, o secretário não os atende. “Está tudo muito difícil! A gente estava se “virando” como pode, mas chega uma hora que precisamos procurar alguém que possa salvar a gente de alguma forma”, frisa a circense.

“Pedimos encarecidamente para quem puder ajudar, um pouco de alimento e atenção sobre a questão do auxílio emergencial da cultura que não estamos conseguindo receber. Não temos apoio de ninguém”, complementa.

Essa é a realidade de muitos circenses no Brasil, que impedidos de exercer sua profissão, passam por dificuldades até mesmo para se alimentar, um direito básico de todas as pessoas.

Pesquisadores de Artes do Circo no Semiárido baiano


UNEB aborda sobre novas formas de fazer teatro em tempos de pandemia


O projeto “Videoartes contra o coronavírus” do Departamento de Educação (DEDC), Campus VII da UNEB, apresenta sua sétima produção “Teatro na pandemia: modos de sobrevivência”. O Teatro como arte da presença se alimenta das aglomerações, no entanto, diante as medidas de distanciamento social como medida de prevenção ao novo coronavírus, essa arte tem buscado resistir explorando novos caminhos de produção, ensaio e diálogo com o novo público.

O audiovisual mostra como o teatro tem sobrevivido à pandemia, utilizando a mediação tecnológica, através dos ambientes virtuais, para se reinventar. Com produções ao vivo ou gravadas, os artistas utilizam a criatividade para superar este momento.

“Videoartes contra o coronavírus” é coordenado pelos professores de Teatro do Campus VII da UNEB, Filipe Dias e Michel Guimarães; e conta com a monitora bolsista, Tatá Barbosa (Tatá Universo). Além dos monitores voluntários Celo Cardoso, Lucas Souza, Melissa Bonfim, Murillo Aguiar e Uriel Caruano.

A produção “Teatro na pandemia: modos de sobrevivência” conta com leitura dramática do primeiro ato da peça “Ao Dente”, de Tatá Universo e participação dos convidados Edson Damasceno, Jéssica Vitorino, Marcos de Assis e Mariáh Castilho. A produção está disponível no canal “Videoartes contra o coronavírus- UNEB Campus VII” no YouTube. Confira a produção através do link: https://youtu.be/YZF06495c0M.

Lorena Simas
Coordenadora do Núcleo de Assessoria de Comunicação (NAC-DEDC/UNEB)


Produção audiovisual da UNEB apresenta memórias do São João em Senhor do Bonfim


Em homenagem aos festejos de São João em Senhor do Bonfim, o projeto “Videoartes contra o coronavírus” do Departamento de Educação (DEDC), Campus VII da UNEB divulga a produção “São João na pandemia”. O audiovisual apresenta memórias sobre as tradições e singularidades dessa festa cheia de cor, cultura e alegria que é fundamental para o bem estar do povo nordestino.

Diante a pandemia do novo coronavírus, que impossibilita a realização dos festejos de São João, o vídeo traz memórias da cultura, da arte junina, do imaginário e da identidade nordestina. E ressalta a importância das pessoas celebrarem o São João na própria casa, sem aglomeração, com comidas típicas e forró, mantendo a cultura e a arte na vida de todos.

Dessa forma, o vídeo reflete sobre a relevância sociocultural dos festejos de São João e das manifestações no processo identitário. Além de lembrar que, para a harmonia da vida em sociedade é necessário a quebra da rotina, assim, os festejos de São João em Senhor do Bonfim “talvez sejam a expressão máxima dessa ruptura que reúne arte e vida, cultura e apreciação estética, diversão e conhecimento, história e renovação, beleza e lazer”, expõe o coordenador do projeto, Filipe Dias.

O Projeto “Videoartes contra o coronavírus” coordenado pelos professores de Teatro do DEDC VII da UNEB, Filipe Dias e Michel Guimarães, conta com a monitora bolsista, Tatá Barbosa. Além dos monitores voluntários Celo Cardoso, Lucas Souza, Melissa Bonfim, Murillo Aguiar e Uriel Caruano.

A produção “São João na pandemia” conta com roteiro do professor de Teatro do DEDC VII da UNEB, Reginaldo Carvalho. Além da participação de artistas e personalidades de Senhor do Bonfim. A produção está disponível no canal “Videoartes contra o coronavírus- UNEB Campus VII” no YouTube. Confira a produção através do link: https://www.youtube.com/watch?v=C2DKnhQBRjw.

Lorena Simas
Coordenadora do Núcleo de Assessoria de Comunicação (NAC-DEDC/UNEB)


Projeto da UNEB em Senhor do Bonfim aborda sobre festejos de São João, cuidado e afeto


O xote pé de serra é um dos ritmos marcantes do São João no Nordeste, ele aquece o coração, a alma e faz as pessoas dançarem juntinhas. Mas este ano, está tudo diferente, é preciso se reinventar. Assim, o audiovisual “São João do #FiqueEmCasa” produzido pelo projeto “Videoartes contra o coronavírus” do Departamento de Educação (DEDC), Campus VII da UNEB conscientiza sobre a importância das pessoas não viajarem para o interior, pois este ano o tema junino é cuidado e afeto, sem aglomeração.

A produção mistura xote pé de serra, cordel e conta com a participação da comunidade Lagoa da Roça em Brejões-BA para lembrar que, este ano, o São João é em casa. Reunir amigos só se for por videochamada e dançar forró pode ser na sala. É preciso cuidar uns dos outros, “se der saudade ligue, mande um xero no WhatsApp … depois a gente se abraça e dança forró no meio da praça”.

O Projeto “Videoartes contra o coronavírus” é coordenado pelos professores de Teatro do DEDC VII da UNEB, Filipe Dias e Michel Guimarães; e conta com a monitora bolsista, Tatá Barbosa. Além dos monitores voluntários Celo Cardoso, Lucas Souza, Melissa Bonfim, Murillo Aguiar e Uriel Caruano.

O cordel “São João do #FiqueEmCasa” de Filipe Dias, conta com narração de Celo Cardoso e animação de Edson Damasceno. A música “A natureza das coisas” é interpretada por Melissa Bonfim. A produção está disponível no canal “Videoartes contra o coronavírus- UNEB Campus VII” no YouTube. Confira a produção através do link: https://youtu.be/WBJ5RPjtJxQ.

Lorena Simas
Coordenadora do Núcleo de Assessoria de Comunicação (NAC-DEDC/UNEB)


Arraiá Solidário da UniFTC promete muito forró com Adelmario Coelho


Este ano não haverá festa junina, certo? Errado. O que não vai acontecer é o encontro nos tradicionais forrós ou as alegres e coloridas apresentações de quadrilhas, eventos cancelados por conta da pandemia do coronavírus. Mas como nordestino tem jeito para tudo, a festa que veio da Europa e nunca mais saiu do Brasil assume novo formato e ganha as telas das TVs, computadores e celulares, nas lives que asseguram o espaço do forró.

Pode preparar as deliciosas comidas da época e arranjar um lugar na sala ou na varanda, porque o forrozeiro Adelmario Coelho vai garantir a animação na noite desta quinta-feira (18), a partir das 19h, no Arraiá Solidário UniFTC, que vai arrecadar donativos para o Centro Nova Semente, entidade que acolhe filhos de pais em privação de liberdade e crianças que vivem em abrigos. A iniciativa faz parte do Movimento pela Prevenção, promovido pela Rede UniFTC.

Com o Arraiá Solidário, estudantes, professores e colaboradores da Instituição poderão experimentar a saudável mistura entre a cultura nordestina e a solidariedade, regada com os sucessos de um dos maiores forrozeiros do Brasil. Baiano de Curaçá, Adelmario ganhou a estrada em 1994, reverenciou o Rei do Baião Luiz Gonzaga por onde andou e chegou ao exterior. Sempre respeitando o tradicional forró pé de serra.

“Solidariedade e música em tempos de isolamento, não tem força maior que essa junção. Criar empatia no meu público para ajudar ao próximo, usando a minha música, o forró, é de um valor sem igual, eu só tenho a agradecer a oportunidade”, afirma Adelmario Coelho, sobre a parceria com a UniFTC. Consciente de que o mundo mudou, o cantor fala da adaptação a essa nova realidade com tranquilidade. “Não é como num palco, onde a resposta do público é imediata, que você sente na pele. Mas em compensação você recebe mensagens vindas de diversos lugares do mundo, ali na hora”, compara.

Para a apresentação desta quinta, Adelmario garante um espetáculo que contará com músicas presente no seu mais novo projeto “Carrosel do Tempo”, que conta um pouco a sua trajetória e os 26 anos de carreira, mas afirma que não deixará de fora músicas conhecidas do público, como “Não fale mal de meu país”, que todo ano é presença certa nas maiores programações de festas juninas do Nordeste, a exemplo das realizadas em cidades da Paraíba, Pernambuco e, claro, da Bahia. A sua trajetória musical é marcada por participação em ações beneficentes em prol de instituições assistenciais e campanhas de conscientização e prevenção.

Solidariedade em movimento – A entidade que será contemplada pelo Arraiá Solidário UniFTC foi fundada em 2000 por Irmã Adele Pezone, freira italiana e missionária. O Centro Nova Semente assiste crianças e adolescentes de 0 a 17 anos e 11 meses. Mais de 150 famílias são acompanhadas e têm acesso a consultas médicas (pediatras), cestas básicas e atividades internas. As crianças contam ainda com educadores para atividades de reforço escolar.

 

SERVIÇO

Live | Arraiá Solidário da UniFTC com Adelmario Coelho

Quando: 18 de junho de 2020

Horário: 19h

Onde: Canal da UniFTC no Youtube

Link: https://bit.ly/ArraiaSolidarioUniFTC


Projeto da UNEB em Senhor do Bonfim cria petição que cobra medidas de apoio aos profissionais circenses durante a pandemia do novo coronavírus


O projeto “Circo e pandemia- um vírus no picadeiro” do colegiado de Teatro do Departamento de Educação (DEDC), Campus VII da UNEB criou uma petição em prol dos artistas de circo que devido ao distanciamento social estão com lonas baixas e picadeiros parados. A petição cobra ações do governo e a criação de medidas de apoio aos profissionais circenses durante a pandemia do novo coronavírus.

O não funcionamento dos circos atende as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020 que dispõe sobre as medidas para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, suspendendo atividades e eventos que configurem aglomeração de pessoas para prevenir a contaminação pela Covid-19.

No entanto, sem o funcionamento dos picadeiros, não é possível manter os estabelecimentos circenses e seus profissionais. Até o momento, os profissionais circenses estão desassistidos pelos programas instituídos pelo governo.

O projeto “Circo e pandemia- um vírus no picadeiro” selecionado pelo Programa de Bolsas de Extensão (Probex) da UNEB – Edição especial de prevenção e combate à Covid-19 – tem como objetivo compreender quais os principais impactos da pandemia da Covid-19 na vida de crianças e adolescentes circenses itinerantes. O Projeto é coordenado pelo professor da licenciatura em Teatro do DEDC VII da UNEB, Benedito Oliveira, e conta com a monitora bolsista, Ingrid Miranda. Além dos voluntários, Jeniffer Oliveira e Levi dos Santos.

Assine a petição. Link: https://bityli.com/EimWa

Lorena Simas
Coordenadora do Núcleo de Assessoria de Comunicação (NAC-DEDC/UNEB)


Projeto da UNEB em Senhor do Bonfim discute sobre teatro e revolução


Dar voz aos oprimidos, enfrentar os opressores, promover revolução. Esses são alguns dos objetivos do Teatro do Oprimido, criado na década de 1960, no contexto da ditadura militar, pelo teatrólogo e dramaturgo brasileiro, Augusto Boal. Diante da importância dessas discussões que continuam tão atuais, a exemplo das centenas de vidas negras perdidas por dia, o Departamento de Educação (DEDC), Campus VII da UNEB criou o projeto “Estudos Virtuais em Teatro do Oprimido” que mescla o estudo de Arte, Teatro, Educação e Revolução.

O projeto idealizado pela professora da licenciatura em Teatro do DEDC VII da UNEB, Taína Assis, visa estudar virtualmente e de forma coletiva alguns conteúdos sistematizados pelo autor Augusto Boal, despertando nos participantes o desenvolvimento de estruturas relacionadas à ética e solidariedade. Atualmente, o grupo é composto por 19 participantes e conta com a colaboração do professor da licenciatura em Teatro, Enjolras Oliveira. O grupo se reúne semanalmente, de forma virtual, para discutir conteúdos ligados à Poética e experimentar jogos e exercícios do Teatro do Oprimido.

“Estamos juntos e conectados, produzindo conhecimento e discutindo sobre temas que extrapolam os conteúdos didáticos. Eles dizem respeito ao momento atual que estamos vivendo, aos nossos sentimentos em relação a tudo isso, e a arte que queremos ou estamos produzindo diante de tantas incertezas. Não tenho dúvidas que estamos caminhando para as necessárias e inevitáveis, micro revoluções!”, frisou, Taína.

Lorena Simas
Coordenadora do Núcleo de Assessoria de Comunicação (NAC-DEDC/UNEB)


POR: MOACIR SARAIVA – O CORONAVÍRUS E A SEMINOVA


Ela completara já 58 primaveras, mas só os familiares bem próximos sabiam da quantidade de carnavais vivenciados por essa quase nova, no entanto, no período da quarentena tudo mudou na vida dela.

Trabalhava muito e gostava de curtir a vida, já passara por dois casamentos, mas filhos não vieram, as más línguas falam que essa “infertilidade” foi propositada a fim de, segundo ela, não criar flacidez na barriga e os peitos não despencarem, além de outros efeitos nefastos que uma gravidez causa no corpo da mulher, tese defendida por ela abertamente no seu ambiente de trabalho. Só para ilustrar sua obsessão pela esterilidade, quando uma colega de trabalho ou do seu ciclo de conhecidas engravidava, ela dizia que a prenha ia ficar que nem uma baleia, que a barriga ia crescer, que os peitos iam cair, enfim, deixava a recém-grávida abaixo do chão, algumas até se arrependiam de terem embuchado.

Mesmo tendo mais de meio século, mantinha o penteado como se tivesse 18 anos, jamais revelava, na arrumação de sua juba, a idade de uma mulher mais avançada na idade. Em tempo algum saia de casa sem antes rebocar o rosto, só com forte reboco disfarçava as rugas que já teimavam em aparecer e outras sequelas faciais que a idade impõe. Mesmo já vivendo no desmaiamento do dia, seus mamilos jamais foram sugados por um recém-nascido, ainda assim, ficaram flácidos e para resolver esse incômodo, ela fez plástica para arribar os bichos e o recheou com vontade. A partir daí, usa uns decotes deixando seu colo que nem um artista famoso, onde chega não precisa ser apresentado, todos naturalmente se voltam para ele, tamanha é a atração que o decote causa em todos.

No sentido de se manter durinha, ela só põe o pé fora de casa usando espartilho e calças modeladoras, assim, as pernas, as nádegas e a barriga ficam roliças deixando a moça com sinais de uma menina ainda em plena puberdade.

Todos esses anos vividos sem jamais ser importunada ou desmascarada por disfarçar a idade com esses artifícios. Vive sempre sorridente e crê que engana a todos, pois incorpora nas vestimentas e no discurso ser uma mulher púbere.

Mas a pandemia está mudando o mundo e parece que mudou a forma de as pessoas olharem para os outros e para o mundo, diz-se que o coronavírus fez o ser humano não aceitar mais o disfarce, a mentira. Nessa avalanche de mudanças no mundo, o “puberismo” da nossa quase nova foi junto. A seminova foi a uma padaria, em plena quarentena, e ouviu de alguns fiscais do corona, o seguinte alerta:

– Minha senhora, o carro de caçar velhos está solto e vai pegar a senhora, vá para casa correndo.

Ela nem comprou o pão, voltou para casa atordoada, aturdida, macambúzia e em prantos, pois em dez minutos ouviu insultos que jamais ouvira ao longo do seu mais de meio século de vida.


Projeto ‘Sede de Conhecimento’ recebe apoio de Sophia Abrahão e da HarperCollins e ganha 500 livros infanto-juvenis para doação


Os 500 livros devem ser distribuídos até o dia 25 de maio para 500 alunos de escolas públicas e privadas de Petrolina, Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista, em Pernambuco e Juazeiro da Bahia.

O projeto ‘Sede de Conhecimento’ é mais uma iniciativa da “ONG Água para Irmãos com Sede” e foi criado com o objetivo de incentivar a leitura e a busca por conhecimento de crianças sertanejas. Nessa ediçãode 2020, o projeto conta com a parceria da atriz, apresentadora e escritora Sophia Abrahão e da editora HarperCollins.

Para garantir um bom aproveitamento será feito um concurso através do qual as crianças deverão escrever uma síntese dos respectivos livros entregues às escolas parceiras.

Após essa etapa, a curadoria da HarperCollins fará uma análise das vinte sínteses previamente selecionadas e escolherá os cinco vencedores que receberão como prêmio diversas coleções literárias. Além disso, todos os alunos que se inscreveram receberão certificado de participação da Editora. Os prêmios devem ser entregues no dia 14 de agosto.

Confira o cronograma:

Entrega de livros aos alunos nas cidades participantes – até o dia 25/05/2020;

Recebimento das sínteses dos alunos – até dia 05/07/2020;

Análise das sínteses selecionadas pela curadoria da editora HarperCollins – até dia 20/07/2020;

Divulgação dos premiados – 22/07/2020;

Entrega dos prêmios – 14/08/2020.