Bahia registra 722 novos casos da Covid-19 nas últimas 24 horas

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 722 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,1%) e 1.030 recuperados (+0,2%). Dos 496.008 casos confirmados desde o início da pandemia, 482.039 já são considerados recuperados, 4.751 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível … Leia Mais




ITIÚBA CONFIRMA SEU 16° ÓBITO POR COVID-19

A Vigilância Epidemiológica do Município de Itiúba, confirmou nesta terça – feira, 29 de dezembro, mais um ÓBITO em decorrência da Covid – 19. Itiúba agora totaliza 16 óbitos por Coronavírus no município. CIDADE EM NOTICIAS



Bahia registra 3.206 novos casos da Covid-19 nas últimas 24 horas


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.206 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,7%) e 3.134 recuperados (+0,7%). Dos 487.691 casos confirmados desde o início da pandemia, 472.868 já são considerados recuperados, 5.751 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (22,59%) Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (10.272,99), Muniz Ferreira (8.407,44), Conceição do Coité (8.291,30), Pintadas (8.000,38), Jucuruçu (7.900,50).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 879.989 casos descartados e 122.973 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta terça-feira (29).

Na Bahia, 36.346 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 31 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 9.072, representando uma letalidade de 1,86%. Dentre os óbitos, 56,58% ocorreram no sexo masculino e 43,42% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,84% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,86%, preta com 14,62%, amarela com 0,67%, indígena com 0,13% e não há informação em 10,88% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 70,89%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,52%).


Remanso e Senhor do Bonfim têm 100% de ocupação nas UTIs reservadas para Covid-19


Os hospitais São Pedro, em Remanso, e Municipal Dom Antônio Monteiro, em Senhor do Bonfim, ambos no norte do estado, não possuem mais vagas disponíveis nos leitos de terapia intensiva reservados para o tratamento de adultos com Covid-19. As duas unidades são as únicas em suas cidades com UTIs exclusivas para pacientes com a doença.

No Hospital São Pedro, metade dos 10 pacientes internados na UTI estão sob ventilação mecânica. Já no Hospital Municipal Dom Antônio Monteiro, sete dos 10 respiram com apoio de oxigênio.

De acordo com a divisão regional da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), quem precisar de terapia intensiva em Remanso e Senhor do Bonfim deverá ser encaminhado para as vagas disponíveis no Promatre de Juazeiro, no Hospital Regional de Juazeiro e no Hospital de Paulo Afonso.

A região norte do estado, como um todo, possui 75% de taxa de ocupação das UTIs para adultos. O número é igual ao do centro-leste baiano e melhor que os das regiões sudoeste (84%), extremo-sul (82%) e sul (82%).

Outras unidades pelo interior baiano também estão com 100% de taxa de ocupação, como o Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana; o Hospital São Vicente de Paulo, em Vitória da Conquista; o Vida Memorial, em Ilhéus; e o Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna. Entretanto, todos esses municípios possuem leitos disponíveis em outros hospitais. Fonte: Bahia Noticias/ Montagem foto Cleber Vieira News


Ex-feirante na Bahia, pesquisador que estuda novas vacinas da Covid foi aluno do Campus da Uneb em Sr. do Bonfim


Aos sete, Guga já trabalhava na roça da família, plantando feijão e milho e, depois, vendendo os alimentos na feira em Tucano, interior da Bahia. Na adolescência, teve a própria banca onde vendia carne.

Repetiu três vezes a oitava série e, aos 18, decidiu que teria destino diferente dos irmãos, que abandonaram os estudos no ensino fundamental.

Hoje, o imunologista Gustavo Cabral de Miranda, 38, com pós-doutorado na Universidade de Oxford, integra o time de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, que, em conjunto com o InCor (Instituto do Coração), busca desenvolver uma vacina contra o coronavírus a partir de partículas semelhantes a vírus, as VLPs (virus-like particles).

Vinte anos separam o momento da virada na vida do doutor Miranda. “Sempre fui um menino esperto para negócios. Vendia geladinho, comprava galinhas, vendia, comprava um porco, depois já tinha um bezerro”, lembra.

Após sair de casa aos 15, foi trabalhar como ajudante em um açougue e passou a morar em Euclides da Cunha (BA). Um ano depois já tinha sua banca de carne e, em seguida, comprou a segunda banca, em Monte Santo (BA).

“Ia para a escola à noite, mas não conseguia concluir o ano letivo. Acordava às 3h para ir para o açougue. Trabalhava até as 15h, voltava para casa e tinha que fazer minha comida”.

Após repetir três vezes a oitava série, veio a frustração de não ver perspectiva na vida da forma como estava. “Desde criança, eu queria ser ‘gente grande’. Olhava para os ‘estudados’ e via que eles tinham uma vida boa, a vida que eu queria para mim. Decidi que ia estudar também”.

Vendeu as bancas de carne e a moto e voltou para a cidade natal, onde, com a ajuda da família, pode se dedicar somente aos estudos.

Aos 21, no fim do ensino médio, matriculou-se numa escola privada para se preparar para o vestibular. Prestou e passou em ciências biológicas na Universidade do Estado da Bahia, no campus de Senhor do Bonfim.

“Tinha residência universitária e foi para lá que eu fui. Comecei a trabalhar com saúde pública e meio ambiente, doenças parasitárias e comunidades quilombolas”.

Foi o primeiro da família a se graduar. Em seguida, fez mestrado em imunologia na Universidade Federal da Bahia, com foco em doenças parasitárias e nanotecnologia. O doutorado foi na USP, em São Paulo, em imunologia. Tinha bolsa de pesquisa e morava na residência universitária.

“Eu via o pessoal fazendo o doutorado sanduíche, indo para outros países e decidi que seguiria o mesmo caminho. Mas meu inglês era muito mediano. Fui então para o instituto de engenharia e nanotecnologia do Porto, em Portugal”. Nesse período, fez um curso de imersão de inglês na Irlanda. “Foi um mês que pareceu um ano”.

Ao terminar o doutorado na USP, foi aceito em um pós doutorado na Universidade de Oxford, Reino Unido. Ficou lá três anos e meio trabalhando com vacinas no Instituto Jenner, referência mundial e onde foi desenvolvida a “vacina de Oxford”, licenciada pela farmacêutica AstraZeneca.

Seu foco de pesquisa foram as VLPs. Essas partículas possuem características semelhantes às de um vírus e, por isso, são facilmente reconhecidas pelo sistema imunológico.

Porém, não têm material genético do agente infeccioso, o que impossibilita replicação. Por isso, são seguras para o desenvolvimento de vacinas.

“Com essa tecnologia, trabalhei com vacinas com VLPs aplicadas para malária, para o vírus da zika. Fui para a Suíça e continuei trabalhando com essa tecnologia. Tinha um ótimo salário, uma vida bacana, mas, pessoalmente, estava mal. Então, voltei ao Brasil”.

No final do ano passado, Miranda teve seu projeto sobre o uso das VLPs aplicadas em vacinas para o vírus da zika e da chicungunya aprovado pela Fapesp. Em março deste ano, com a pandemia de coronavírus, mudou o alvo para o agente infeccioso que já matou quase 200 mil no Brasil.

“Desde então, não parei nenhum dia. Sinto-me à vontade para criar, para produzir”.

Embora a tecnologia das VLPs ainda não esteja sendo aplicada em nenhuma vacina contra o coronavírus em estágio avançado, o pesquisador vê boas possibilidades para o futuro. “É bem promissora, mas não para agora”.

Da bancada do laboratório, Miranda se entusiasma com a resposta rápida que a ciência deu para o desenvolvimento de vacinas contra o coronavírus, mas, ao mesmo tempo, teme a pressão política em torno da imunização.

“Temos que ter muita cautela nesse momento. Se a gente, por pressão política, tirar a autonomia de instituições como a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], será um prejuízo gigantesco”.

Segundo ele, embora qualquer vacina aprovada seja segura e eficiente, é preciso cuidado ao levantar bandeiras para o uso em massa de vacinas apenas com resultados preliminares de estudos. “A fase 3 é muito importante, envolve milhares de pacientes”.

Miranda diz que seu temor é que, como o uso emergencial poderá imunizar bilhões de pessoas, se ocorrer algum problema de saúde pública envolvendo alguma das vacinas, será uma arma utilizada por movimentos antivacinas.

“Se perdermos a confiabilidade na produção de qualquer vacina, será um prejuízo histórico muito grande”.

Em 2021, além da pesquisa, Miranda lecionará no doutorado do departamento de biotecnologia da USP uma disciplina sobre o desenvolvimento de vacinas e de diagnóstico, usando nanotecnologia.

Sua história de vida serviu de inspiração para o irmão mais novo, Willian, 32. Seguindo os passos do pesquisador, ele fez graduação em geografia, mestrado e doutorado em geografia física na USA, e um “sanduíche” na Universidade Columbia (EUA).

“Ele fez uma baita carreira acadêmica. É o meu segundo maior orgulho. O primeiro é painho [Washington, 68] e mainha [Maria das Graças, 63]. Não vejo a hora de capinar com painho, só nós dois na roça”.

FONTE: Claudia Collucci – Folhapress

Senhor do Bonfim registra mais um óbito e 27 novos casos de Covid-19 nas últimas horas


A Prefeitura de Senhor do Bonfim, através da Secretaria Municipal de Saúde – Semus, atualizou neste domingo (27), os dados oficiais do novo coronavírus no município.

O novo Boletim Epidemiológico mostra que mais 27 casos positivos da Covid-19 foram registrados nas últimas 24 horas, todos através do Laboratório Central da Bahia (Lacen). Agora, são 1.681 pessoas que tiveram ou têm o coronavírus em Bonfim.

O número de bonfinenses curados da doença é de 1.623, 26 a mais em relação ao boletim anterior. Nas últimas horas, nenhum caso suspeito foi encaminhado ao Lacen para investigação. Ao todo, 157 exames aguardam resultado.

O novo boletim também informa o 25º óbito causado pela Covid-19. Trata-se de um paciente de 67 anos que se encontrava internado no Hospital Clériston Andrade em Feira de Santana.

Confira os números resumidos do coronavírus no município de Senhor do Bonfim:

  • 20.114 notificações (Lacen e testes rápidos)
  • 1.681 casos confirmados (Lacen e testes rápidos) – Bonfinenses que tiveram ou têm o coronavírus
  • 18.281 casos descartados (Lacen e testes rápidos)
  • 157 exames aguardam resultado no Lacen do estado
  • 33 casos ativos (pacientes em recuperação, monitorados e isolados) – Aumento de 06 casos nas últimas 24h
  • 1.623 recuperados – Mais 26 pacientes foram considerados curados no período
  • 162 pessoas monitoradas (pacientes com sintomas gripais ou assintomáticos com vínculo epidemiológico) – Aumento de 04 pessoas em relação ao boletim do sábado
  • 25 óbitos

Fonte: Blog do Eloilton Cajuhy


Bahia registra 1.624 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.624 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%) e 2.215 recuperados (+0,5%). Dos 483.737 casos confirmados desde o início da pandemia, 468.404 já são considerados recuperados, 6.322 encontram-se ativos e. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (22,59) Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (10.259,93), Muniz Ferreira (8.286,18), Conceição do Coité (8.189,22), Pintadas (7.914,15), Jucuruçu (7.900,50).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 876.646 casos descartados e 122.722 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo (27).

Na Bahia, 36.099 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 28 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 9.011, representando uma letalidade de 1,86%. Dentre os óbitos, 56,60% ocorreram no sexo masculino e 43,40% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,82% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,82%, preta com 14,66%, amarela com 0,67%, indígena com 0,13% e não há informação em 10,90% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 70,98%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,48%).


Bahia registra 1.349 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.349 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%) e 2.190 recuperados (+0,5%). Dos 482.113 casos confirmados desde o início da pandemia, 466.189 já são considerados recuperados e 6.941 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (22,62). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (10.259,93), Muniz Ferreira (8.286,18), Conceição do Coité (8.141,18), Pintadas (7.914,15), Jucuruçu (7.900,50).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 875.777 casos descartados e 123.850 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste sábado (26).

Na Bahia, 36.006 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 29 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.


O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.983, representando uma letalidade de 1,86%. Dentre os óbitos, 56,63% ocorreram no sexo masculino e 43,37% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,80% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,79%, preta com 14,68%, amarela com 0,67%, indígena com 0,13% e não há informação em 10,92% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,07%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,50%).


Bahia registra 1.211 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.211 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%) e 2.299 recuperados (+0,5%). Dos 480.764 casos confirmados desde o início da pandemia, 463.999 já são considerados recuperados, 7.811 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (22,65%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (10.227,27), Muniz Ferreira (8.259,23), Conceição do Coité (8.133,67), Pintadas (7.914,15), Jucuruçu (7.900,50).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 875.103 casos descartados e 125.012 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (25).

Na Bahia, 35.926 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 30 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.


O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.954, representando uma letalidade de 1,86%. Dentre os óbitos, 56,59% ocorreram no sexo masculino e 43,41% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,80% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,75%, preta com 14,68%, amarela com 0,67%, indígena com 0,13% e não há informação em 10,97% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,10%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,53%).


Bahia registra 2.598 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas


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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.598 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 3.081 recuperados (+0,7%). Dos 479.553 casos confirmados desde o início da pandemia, 461.700 já são considerados recuperados, 8.929 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (22,68). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (10.201,15), Muniz Ferreira (8.232,28), Conceição do Coité (8.111,15), Pintadas (7.914,15), Jucuruçu (7.867,63).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 874.035 casos descartados e 124.940 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (24).

Na Bahia, 35.853 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 31 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.924, representando uma letalidade de 1,86%. Dentre os óbitos, 56,53% ocorreram no sexo masculino e 43,47% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,84% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,67%, preta com 14,70%, amarela com 0,67%, indígena com 0,13% e não há informação em 10,98% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,12%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,58%).


Mais de 80% da população deve ser vacinada para combater circulação do coronavírus, afirma infectologista


A médica infectologista Ceuci Nunes é diretora-geral do Instituto Couto Maia (Icom), um dos primeiros hospitais a receberem os pacientes de Covid-19 na Bahia. Nesta breve entrevista, ela responde perguntas e fala sobre a importância da vacina, especialmente diante do grande número de notícias falsas circulando nas redes sociais. Para ela, a vacina contra a Covid-19 surge rapidamente, impulsionada pela existência da pandemia, que uniu cientistas de todo o mundo na pesquisa em busca da cura, e também pelo estágio de desenvolvimento tecnológico que o planeta alcançou.
Para a infectologista, a rapidez na produção da vacina não coloca em cheque a segurança nem a eficácia do medicamento. Ceucí também destaca que, para que o vírus pare de circular, como foi a erradicação da varíola, é preciso que grande parte das pessoas seja imunizada – mais de 80% da população. “Não vamos ter medo da vacina, a gente precisa ter medo da doença que está matando milhões de pessoas no mundo. A vacina é a luz no fim do túnel. A gente precisa é pedir ao Ministério da Saúde, aos governantes, que consigam vacinas, as mais diversas, para todos os brasileiros”.
Pelo menos cinco vacinas diferentes foram desenvolvidas em prazo inferior a um ano. Essa velocidade causa algum tipo de insegurança em relação à vacina e sua eficácia?
À primeira vista, a gente acha que é um tempo pequeno demais. A vacina mais rápida que existiu foi a vacina da Caxumba, que foi desenvolvida em quatro anos. Mas o que a gente está vivendo é um novo momento da humanidade. É um momento em que tudo tem sido mais rápido. E a Covid-19, por ser uma pandemia, ela também precisou que essa velocidade fosse trazida para as vacinas, mas não ao custo da segurança e da eficácia, porque vários testes foram feitos com milhares de pessoas ao redor do mundo, de cada uma dessas vacinas que estão sendo colocadas e aprovadas pelas agências reguladoras. Isso é uma coisa muito boa porque as agências são muito rígidas na aprovação de vacinas.
A vacina funciona da mesma forma para todas as faixas etárias?
A gente não tem certeza disso ainda. As vacinas não foram testadas em crianças. Elas foram feitas para adultos, porque são as principais e as mais graves vítimas da Covid-19. Mas é muito possível que elas também funcionem bem em crianças. As vacinas que a gente tem até agora são reguladas. Elas são aprovadas para maiores de 18 anos.
Quem tem alergia pode tomar essas vacinas?
Quem tem alergia grave, chamada de anafilaxia e conhecida popularmente como choque anafilático, pode tomar a vacina, mas em locais apropriados para que sejam assistidas e tratadas, em caso de reação alérgica. Um exemplo são as unidades hospitalares que têm um pronto-atendimento.
No caso de quem apresentou reação alérgica, essa pessoa ainda está imunizada?
A reação alérgica não impede a imunização da pessoa. A reação alérgica tem que ser tratada na hora. O que foi visto até agora são as reações alérgicas acontecendo em alguns casos e sendo tratadas. Não foi registrada nenhuma morte por reação alérgica. E isso não impede nenhum efeito da vacina.
 
Todas as vacinas necessitam de ultrarrefrigeradores como os que estão sendo adquiridos pela Bahia?
A maioria das vacinas de Covid está sendo desenvolvida para ser armazenada na mesma temperatura das outras vacinas, que é de dois a oito graus centígrados. Duas dessas vacinas, as vacinas de RNA, precisam ser armazenadas em freezers de – 70º, -80º centígrados.
A Bahia tem preferência por alguma das vacinas que estão sendo desenvolvidas?
A Bahia tem já um acordo assinado com a Rússia, para a utilização da Sputnik. Mas qualquer vacina que o Ministério da Saúde vá adquirir será utilizada na população brasileira e nos baianos também.
Quais são as contraindicações das vacinas contra a Covid?
As contraindicações das vacinas são muito poucas. Por quê? Porque elas não são vacinas de organismos vivos, como a gente tem outras vacinas no Brasil, como a febre amarela, sarampo, que são contraindicadas em pessoas com imunodeficiência. As vacinas contra a Covid não, [pois] elas são de micro-organismos inativados ou partículas de micro-organismos. Então, as pessoas que têm alergia aos componentes da vacina é que vão precisar ter um maior cuidado para utilizá-la.
Recentemente, o Reino Unido identificou uma mutação do vírus. As vacinas desenvolvidas são eficazes mesmo com essa mutação?
Os dados preliminares mostram que, mesmo com essa nova cepa do coronavírus, as vacinas são eficazes e seguras. É claro que estudos ainda estão sendo implementados, mas tudo indica que não vai afetar a vacina.
Qual a importância da vacina para a imunização em massa, e não só do indivíduo? É importante que grande parte da sociedade seja imunizada?
Vacina não é uma questão individual. É uma questão de proteção individual, mas principalmente de proteção coletiva. Para que uma vacina seja eficaz, para que a vacina impeça mesmo um grande número de casos, é preciso que cerca de 80 a 85% da população esteja vacinada.
Qual a importância da vacina, ao longo da história, no controle das grandes pandemias?

As vacinas são importantíssimas no controle de doenças infecciosas, inclusive de pandemias. Por exemplo, a H1N1, que a gente conseguiu controlar. A H1N1 ainda existe entre nós, mas numa quantidade muito pequena de casos porque nós temos anualmente a vacina da gripe, que contém também a Influenza H1N1. Isso é super importante. Nós já conseguimos erradicar do mundo a varíola, erradicar da maior parte do mundo a poliomielite, eliminar de diversos lugares o sarampo, e alcançamos uma redução enorme da catapora. Então, a vacina é de uma importância imensa para a humanidade. Inclusive é um dos quatro fatores que implicaram na sobrevida da humanidade, que passou de 40 anos no início do século XX para quase 80 anos agora.

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Secom  – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia


Secretaria da Saúde irá adquirir 50 mil testes rápidos de antígeno para detecção do coronavírus


Mais rápido e com precisão similar ao teste molecular do tipo RT-PCR, que é o padrão ouro na detecção do coronavírus, o teste rápido de antígeno é uma das novidades que auxiliará a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) a realizar o diagnóstico e, caso necessário, a internação precoce. Os interessados em participar do pregão eletrônico nacional que ocorrerá no próximo dia 30, às 10 horas, devem acessar o edital nos sites www.comprasnet.ba.gov.br e www.licitacoes-e.com.br.
Recomendado pelo Ministério da Saúde, o teste oferece resultados em, aproximadamente, 30 minutos e é realizado através de swab nasal. Serão adquiridos 50 mil unidades. “O teste RT-PCR se mantém como padrão ouro para detecção da Covid-19, mas a testagem em maior escala e velocidade é essencial. Ele será utilizado nas UPAs e Unidades de Emergência para orientar se o paciente deve ser internado imediatamente, pois o teste tem uma especificidade alta, o que significa que se der positivo, o paciente está infectado pela Covid-19”, ressalta o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas.
É indicado que o teste seja realizado entre o terceiro e sétimo dia após o início dos sintomas, o que possibilita a detecção precoce e a interrupção da transmissão por meio de isolamento dos casos infecciosos e seus contatos próximos.

Para a diretora-geral do Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz (Lacen-BA), Arabela Leal, a maior vantagem do teste rápido de antígenos é a detecção da doença em sua fase aguda, além da velocidade para obtenção do resultado. “O teste rápido de antígeno busca a presença do vírus naquela amostra coletada e não utiliza equipamentos mais complexos. Ele detecta a doença na fase aguda. Já o teste rápido de anticorpos é realizado com a coleta de uma gota de sangue e busca anticorpos que foram produzidos pelo paciente após ter contato com o vírus, geralmente, após 10 dias de infectado”, explica a diretora-geral, ao apontar que o teste não detecta os anticorpos adquiridos e sim a presença do vírus naquele momento.

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